quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Chapeuzinho Vermelho X Fita Verde no cabelo



Queridos internautas, o que iremos apresentar aqui trata-se de uma comparação de semelhanças e diferenças dos textos chapeuzinho vermelho, dos irmãos Grimm e fita verde no cabelo, de Guimarães Rosa.
A estória de Chapeuzinho Vermelho traz personagens variados e com características específicas como a desobediência da própria Chapeuzinho, o heroísmo do lenhador, a esperteza do lobo mau, a inocência da vovozinha. A forma com que o texto é apresentado propõe às crianças usar do mundo imaginário. Já a estória de Fita Verde no cabelo é destacada por personagens reais que vivenciam também situações reais.
A menina é uma criança normal, que, ao receber a ordem de sua mães para levar os doces a casa da vovó, tenta reviver a estória dos irmãos Grimm e acaba se decepcionando pois os lenhadores são trabalhadores, a vovó é uma velhinha doente e à beira da morte e não há nenhum lobo aterrorizador. Embora existam estas diferenças, também podemos destacar algumas semelhanças, como, a responsabilidade das meninas em levar os doces à casa da vovó, a existência de duas opções do caminho, a chegada à casa da vovó de forma ressabiada. Cada estória possui seus objetivos específicos. Os Irmãos Grimm, por exemplo, relaciona-se com a questão de romantismo, heroísmo, fantasia, final feliz, apesar das dificuldades; já o texto de Guimarães Rosa trata da realidade. Seu objetivo é conscientizar e relacionar a dor da morte como forma de crescimento e amadurecimento, além de destacar como desfecho da estória a morte da vovó. É nessa perspectiva de realidade e ficção que proporcionamos aos nossos leitores oportunidades de conhecer outras versões como estas dos Irmãos Grimm e Guimarães Rosa, que além de dar asas à imaginação e à fantasia, mostram um outro lado da realidade. Vale a pena ler os dois textos, pois mesmo focando os principais personagens como a Chapeuzinho, vovó e lobo mau, os textos acabam surpreendendo o leitor pela forma como são conduzidos, sendo de um lado a fantasia e de outro uma realidade que se torna uma lição de vida. A partir destes estudos podemos trabalhar estes dois textos em sala de aula da seguinte forma, sugerimos dividir a turma em dois grupos e realizar a leitura, dando a cada grupo a oportunidade de elaborar possíveis finais para as estórias. O professor deve observar os pontos principais que o grupo encontrou e propor aos alunos que falem as diferenças e semelhanças entre os dois textos. Por fim, os alunos poderão dramatizar as duas estórias como uma forma interação com a leitura.

METODOLOGIA DE MARIA MONTESSORI


O método montessoriano foi concebido no início do século XX, na Itália, por Maria Montessori. Originalmente era usado para o treino de crianças portadoras de deficiências. Sua principal característica é o uso de atividades motoras e sensoriais, visando especialmente à educação pré-escolar. É um método de trabalho individual, com atividades específicas para estimular as percepções, voltado mais para o ser biológico do que para o ser social. Utiliza um material específico para a estimulação sensorial e a criança é livre para escolher o que vai usar. Sua liberdade, no entanto, restringe-se a objetos preestabelecidos, sempre os mesmos, típicos para cada gênero de atividade. Não é, evidentemente, baseado nas concepções construtivistas.

A pedagogia Montessoriana relaciona-se a normatização (consiste em harmonizar a interação de forças corporais e espirituais, corpo, inteligência e vontade). As escolas do Sistema Montessoriano são difundidas pelo mundo todo. O método Montessoriano tem por objetivo a educação da vontade e da atenção, com o qual a criança tem liberdade de escolher o material a ser utilizado, alem de proporcionar a cooperação. Os princípios fundamentais do sistema Montessori são: a atividade, a individualidade e a liberdade. enfatizando os aspectos biológicos, pois, considerando que a vida é desenvolvimento, achava que era função de educação favorecer esse desenvolvimento. Os estímulos externos formariam o espírito da criança, precisando portanto ser determinados.

Assim, na sala de aula, a criança era livre para agir sobre os objetos sujeitos a sua ação, mas estes já estavam preestabelecidos, como os conjuntos de jogos e outros materiais que desenvolveu. A pedagogia de Montessori insere-se no movimento das Escolas Novas, uma oposição aos métodos tradicionais que não respeitavam as necessidades e os mecanismos evolutivos do desenvolvimento da criança. Ocupa um papel de destaque neste movimento pelas novas técnicas que apresentou para os jardins de infância e para as primeiras séries do ensino formal. O material criado por Montessori tem papel preponderante no seu trabalho educativo pois pressupõem a compreensão das coisas a partir delas mesmas, tendo como função a estimular e desenvolver na criança, um impulso interior que se manifesta no trabalho espontâneo do intelecto.

Ela produz uma série de cinco (5) grupos de materiais didáticos:
- Exercícios Para a Vida Cotidiana;
- Material Sensorial;
- Material de Linguagem;
- Material de Matemática;
- Material de Ciência.

Estes materiais se constituem de peças sólidas de diversos tamanhos e formas: caixas para abrir, fechar e encaixar; botões para abotoar; série de cores, de tamanhos, de formas e espessuras diferentes. Coleções de superfícies de diferentes texturas e campainhas com diferentes sons.

O Material Dourado é um dos materiais criado por Maria Montessori. Este material baseia-se nas regras do sistema de numeração, inclusive para o trabalho com múltiplos, sendo confeccionado em madeira, é composto por: cubos, placas, barras e cubinhos. O cubo é formado por dez placas, a placa por dez barras e a barra por dez cubinhos. Este material é de grande importância na numeração, e facilita a aprendizagem dos algoritmos da adição, da subtração, da multiplicação e da divisão.

O Material Dourado desperta no aluno a concentração, o interesse, além de desenvolver sua inteligência e imaginação criadora, pois a criança, está sempre predisposta ao jogo. Além disso, permite o estabelecimento de relações de graduação e de proporções, e finalmente, ajuda a contar e a calcular.

O aluno usa (individualmente) os materiais a medida de sua necessidade e por ser autocorretivo faz sua auto-avaliação. Os professores são auxiliares de aprendizagem e o sistema peca pelo individualismo. Embora, hoje sua utilização é feita em grupo. No trabalho com esses materiais a concentração é um fator importante. As tarefas são precedidas por uma intensa preparação, e, quando terminam, a criança se solta, feliz com sua concentração, comunicando-se então com seus semelhantes, num processo de socialização. A livre escolha das atividades pela criança é outro aspecto fundamental para que exista a concentração e para que a atividade seja formadora e imaginativa. Essa escolha se realiza com ordem disciplina e com um relativo silêncio. O silêncio também desempenha papel preponderante. A criança fala quando o trabalho assim o exige, a professora não precisa falar alto. Pés e mãos tem grande destaque nos exercícios sensoriais( não se restringem apenas aos sentidos), fornecendo oportunidade às crianças de manipular os objetos, sendo que a coordenação se desenvolve com o movimento. Em relação à leitura e escrita, na escola montessoriana, as crianças conhecem as letras e são introduzidas na análise das palavras e letras; estando a mão treinada e reconhecendo as letras, a criança pode escrever palavras e orações inteiras. Em relação à matemática os materiais permitem o reconhecimento das formas básicas, permitem o estabelecimento de graduações e proporções, comparações, induzem a contar e calcular.

Os doze pontos do Método Montessori

Baseia-se em anos de observação da natureza da criança por parte do maior gênio da educação desde Froebel.

Demonstrou ter uma aplicabilidade universal.

Revelou que a criança pequena pode ser um amante do trabalho, do trabalho intelectual, escolhido de forma espontânea, e assim, realizado com muita alegria.

Baseia-se em uma necessidade vital para a criança que é a de aprender fazendo. Em cada etapa do crescimento mental da criança são proporcionadas atividades correspondentes com as quais se desenvolvem suas faculdades.

Ainda que ofereça à criança uma grande espontaneidade consegue capacitá-la para alcançar os mesmos níveis, ou até mesmo níveis superiores de sucesso escolar, que os alcançados sobre os sistemas antigos.

Consegue uma excelente disciplina apesar de prescindir de coerções tais como recompensas e castigos. Explica-se tal fato por tratar-se de uma disciplina que tem origem dentro da própria criança e não imposta de fora.

Baseia-se em um grande respeito pela personalidade da criança, concedendo-lhe espaço para crescer em uma independência biológica, permitindo-se à criança uma grande margem de liberdade que se constitui no fundamento de uma disciplina real.

Permite ao professor tratar cada criança individualmente em cada matéria, e assim, fazê-lo de acordo com suas necessidades individuais.

Cada criança trabalha em seu próprio ritmo.

Não necessita desenvolver o espírito de competência e a cada momento procura oferecer às crianças muitas oportunidades para ajuda mútua o que é feito com grande prazer e alegria.

Já que a criança trabalha partindo de sua livre escolha, sem coerções e sem necessidade de competir, não sente as tensões, os sentimentos de inferioridade e outras experiências capazes de deixar marcas no decorrer de sua vida.

O método Montessori se propõe a desenvolver a totalidade da personalidade da criança e não somente suas capacidades intelectuais. Preocupa-se também com as capacidades de iniciativa, de deliberação e de escolhas independentes e os componentes emocionais.

Vera Lúcia Camara F. Zacharias, mestre em educação, pedagoga, diretora de escola aposentada, com vasta experiência na área educacional em geral, palestrante, realiza assessoria e capacitação de profissionais nos mais diversos segmentos da área educacional. A italiana Maria Montessori (1870-1952) foi uma das pioneiras da educação pré-escolar e da Escola Nova. Personagem obrigatória de qualquer antologia de grandes pedagogos, ela desenvolveu sua "pedagogia científica" baseada principalmente na transposição de métodos desenvolvidos no trabalho com crianças "anormais" para o trabalho com crianças "normais".

Influenciada por Rousseau e pelo desejo de adequar a educação às possibilidades das crianças, Montessori inaugurou em 1907, em Roma, a famosa Casa dei Bambini, onde experimentou inúmeras inovações. Foi com ela que surgiram novidades tão básicas como mesas e cadeiras menores para as salas de Educação Infantil e a utilização de brinquedos educativos.

Ainda que suas posições fossem avançadíssimas para sua época, algumas das concepções de Montessori foram criticadas por educadores (entre eles, Freinet), que apontavam o risco de promover um trabalho excessivamente diretivo e isolado do contexto cultural das crianças.

E, de fato, ao consultarmos seus textos, podemos constatar que, na concepção de Montessori, cada brinquedo educativo tem uma função muito clara (por exemplo, ensinar a amarrar os sapatos, mostrar as formas geométricas, etc.) e ela chega a afirmar que até os gestos da criança devem ser guiados pela educadora caso não se conformem à função de cada objeto. Atualmente, a importância dos brinquedos e de brincar é vista de uma maneira diferente, e sabe-se também a importância dos jogos em que os brinquedos podem ser aproveitados de maneira mais livre pelas crianças, integrando-se aos seus processos de imaginação.

Centros de educação inspirados em Montessori possuem ambientes bem organizados, com inúmeras opções de atividades para as crianças. Hoje em dia, na maioria dos casos, escolas que se autodenominam montessorianas equilibram seu currículo com atividades lúdicas mais abertas que as preconizadas pela grande educadora italiana em seu trabalho pioneiro e ainda interessante para nós.

Aspectos da Literatura Infantil

Aspectos da Literatura Infantil

A Literatura Infantil vai ao encontro do imaginário da criança e a leva ao mundo dos sonhos e do encantamento. Porém, é preciso estar atento para não torná-la apenas mais um suporte com fim utilitário pedagógico. Permitir que a criança interaja com as palavras, sons e imagens que compõem o texto literário é dar a ela oportunidade de “vivenciar” a estória, desenvolvendo a criatividade a partir do pensamento infantil.
De acordo com Palo e Oliveira (2006), o processo tradicional da construção da personagem-padrão na literatura, qualifica a mesma entre sete funções específicas: herói, falso herói, agressor, doador, mandante, auxiliar, pessoa procurada. Isso faz com que a personagem tenha características humanas, projetando a estória para o fim pedagógico dito anteriormente, ou seja, que tenha algum ensinamento social e humano à criança. Já na produção literária contemporânea, segundo as autoras, existe uma ruptura com as funções tradicionais da personagem. Ocorre uma desconstrução tanto do aspecto físico quanto do psicológico da mesma, o que contraria algumas funções pré-estabelecidas na literatura infantil. Isso pode ser percebido no livro “O menino que espiava para dentro” de Ana Maria Machado em que Lucas, o personagem principal, não está ali para trazer algum ensinamento social para a criança, mas traz consigo o resgate da fantasia, do encantamento, da possibilidade de se brincar em outros reinos e de ser outros seres. Lucas até criou um amigo imaginário para lhe fazer companhia quando “espiava para dentro”. E quando isso acontecia, eles se viam cercados por fadas, duendes e gnomos.
A construção da narrativa, de acordo com Palo e Oliveira (2006), se dá a partir de um processo de comunicação entre alguém que narra (O Narrador) algo (a Intriga) para alguém (Leitor). Na literatura infantil, o foco narrativo é de duas naturezas: a verbal e a visual. Na natureza verbal, é importante destacar traços da oralidade que compõem e ganham expressão no texto escrito. Também ganha força o uso de figuras de linguagem como: metáforas, que permitem comparações, onomatopéias que, a partir dos sons, possibilita a simulação de um barulho de trem, por exemplo, dentre tantas outras que compõem a rima literária. Valendo-me do livro “O menino que espiava para dentro” exemplificarei a natureza verbal e alguns de seus traços com citações da estória: “... ele esticava a mão no meio da poeira dançarina...”; “... viu bosques de caramelo...”; “... mergulhou fundo na terra, morou em conchas redondas...”, esses são alguns exemplos de figuras de linguagens utilizadas pela autora para resgatar a fantasia e o encantamento no texto literário. Já na natureza visual, pode-se criar suspense a partir do jogo de imagens verbais ou não que, segundo Palo e Oliveira (2006), podem ser criados com diversos materiais e procedimentos técnicos de reprodução. Em “O menino que espiava para dentro” a própria capa do livro que traz a foto de um menino, supostamente o personagem Lucas, a imagem remete a um ser pensativo com o olhar distante o que, juntamente com o título, fortalece o suspense da estória.
Ao trabalhar a leitura com as crianças, principalmente no caso da literatura infantil, é importante considerar algumas estratégias que devem ser desenvolvidas com as mesmas. De acordo com as autoras, não é possível seguir uma regra imposta pelo código alfabético; é preciso estar atento para captar realidades que escapam ao controle da sucessividade linear. Cabe ao leitor articular ideias que permitam que ele “navegue” pelos componentes da literatura infantil. Compreendendo que, a partir de brincadeiras e disposições de palavras e/ou imagens feitas propositalmente pelo autor, pode-se captar realidades não explícitas, mas que estão inseridas no texto. A partir do trabalho em sala de aula com a estória “O menino que espiava para dentro”, é fundamental que os alunos se envolvam e se encantem com a mesma, possibilitando que se libertem através da fantasia tornando-se cada vez mais criativos e autônomos, capazes de construírem também suas próprias estórias.

Andréia de Fátima Silva – Aluna do 6º Período do curso de Pedagogia da Faculdade Pitágoras de Belo Horizonte/MG.

Referência Bibliográfica:
PALO, Maria José; OLIVEIRA, Maria Rosa D. Literatura infantil: voz de criança. 4ª edição. São Paulo: Ática, 2006.

Junho de 2009.

A BAILARINA


A BAILARINA

Chico Buarque

Procurando bem todo mundo tem pereba,
Marca de bexiga ou vacinaE tem piriri, tem lombriga, tem ameba
Só a bailarina que não tem
E não tem coceira, verruga, nem frieira
Nem falta de maneira ela não temFutucando bem, todo mundo tem piolho
Ou tem cheiro de creolina
Todo mundo tem um irmão meio zarolho,
Só a bailarina que não tem
Nem unha encardida, nem dente com comida
Nem casaca de ferida ela não tem
Não livra ninguém,
Todo mundo tem remela quando acorda às seis da matina
Teve escarlatina ou tem febre amarela
Só a bailarina que não tem
Medo de subir, gente
Medo de cair,gente, medo de vertigem quem não tem?
Confessando bem,
Todo mundo faz pecado, logo assim que a missa termina
Todo mundo tem um primeiro namorado
Só a bailarina que não tem
Sujo atrás da orelha, bigode de groselha
Calcinha um pouco velha ela não tem
O padre também pode até ficar vermelho
Se o vento levanta a batina
Reparando bem todo mundo tem pentelho
Só a bailarina que não tem
Sala sem mobília, goteira na vasilha
Problema na família, quem não tem?
Procurando bem...
Todo mundo tem...
Procurando bem...
A bailarina - Textos de Cecília Meireles e de Ieda Dias

A Bailarina

Cecília Meireles

Esta menina tão pequenina
quer ser bailarina.
Não conhece nem dó nem ré
mas sabe ficar na ponta do pé.

Não conhece nem mi nem fá
mas inclina o corpo para cá e para lá.
Não conhece nem lá nem si,
mas fecha os olhos e sorri.

Roda, roda, roda com os bracinhos no ar
e não fica tonta nem sai do lugar.
Põe no cabelo uma estrela e um véu
e diz que caiu do céu.

Esta menina
tão pequenina
quer ser bailarina.

Mas depois esquece todas as danças,
e também quer dormir como as outras crianças.

in Ou isto ou aquilo, Ed. Nova Fronteira

A BAILARINA


Mariana Pequenina
Vive a bailar
Meia volta
Volta e meia
Um pé no chão
Outro no ar.

Mariana bailarina
Gira e roda
Sem cessar;
Girando
Rodopiando
Virou pontinho no ar!

In: DIAS, Ieda. Cação da menina descalça. Belo Horizonte: RHJ, 1993.

Como Estrelas Na Terra-Toda Criança É Especial

BabaYaga Como Estrelas Na Terra Toda Criança É Especial   DVDRip XviD Legendado

Titulo Original: Taare Zameen Par – Every Child is Special

Título Traduzido: Como Estrelas Na Terra-Toda Criança É Especia
Gênero: Drama
Duração: 2h42min
Diretor: Aamir Khan
Ano de Lançamento: 2007
Uploader e Riper: BabaYaga
Taare Zameen Par – filme da produção de Bollywood – conta a história de uma criança que sofre com dislexia e custa a ser compreendida. Ishaan Awasthi, de 9 anos, já repetiu uma vez o terceiro período (no sistema educacional indiano) e corre o risco de repetir de novo. As letras dançam em sua frente, como diz, e não consegue acompanhar as aulas nem focar sua atenção. Seu pai acredita apenas na hipótese de falta de disciplina e trata Ishaan com muita rudez e falta de sensibilidade. Após serem chamados na escola para falar com a diretora, o pai do garoto decide levá-lo a um internato, sem que a mãe possa dar opinião alguma. Tal atitude só faz regredir em Ishaan a vontade de aprender e de ser uma criança. Ele visivelmente entra em depressão, sentindo falta da mãe, do irmão mais velho, da vida… e a filosofia do internato é a de disciplinar cavalos selvagens. Inesperadamente, um professor substituto de artes entra em cena e logo percebe que algo de errado estava pairando sobre Ishaan. Não demorou para que o diagnóstico de dislexia ficasse claro para ele, o que o leva a por em prática um ambicioso plano de resgatar aquele garoto que havia perdido sua réstia de luz e vontade de viver. O filme é uma obra prima do até então ator e produtor Aamir Khan.
Tamanho: 850 Mb
Resolução: 608 x 272
Frame Rate: 23 Fps
Formato: DVDRip
Qualidade de Audio: 10
Qualidade de Vídeo: 10
Codec do Vídeo: XviD
Codec do Áudio: Mp3
Idioma: Inglês/Hindu
Legenda PtBr

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Oração do Professor

Oração do Professor

Dai-me, Senhor, o dom de ensinar,


Dai-me esta graça que vem do amor.


Mas, antes do ensinar, Senhor,


Dai-me o dom de aprender.


Aprender a ensinar


Aprender o amor de ensinar.


Que o meu ensinar seja simples, humano e alegre, como o amor.


De aprender sempre.


Que eu persevere mais no aprender do que no ensinar.


Que minha sabedoria ilumine e não apenas brilhe


Que o meu saber não domine ninguém, mas leve à verdade.


Que meus conhecimentos não produzam orgulho,


Mas cresçam e se abasteçam da humildade.


Que minhas palavras não firam e nem sejam dissimuladas,


Mas animem as faces de quem procura a luz.


Que a minha voz nunca assuste,


Mas seja a pregação da esperança.


Que eu aprenda que quem não me entende


Precisa ainda mais de mim,


E que nunca lhe destine a presunção de ser melhor.


Dai-me, Senhor, também a sabedoria do desaprender,


Para que eu possa trazer o novo, a esperança,


E não ser um perpetuador das desilusões.


Dai-me, Senhor, a sabedoria do aprender


Deixai-me ensinar para distribuir a sabedoria do amor.

Antonio Pedro Schlindwein


Fonte: w.w.w.mensagensnaweb.com/

“Ensina o menino no caminho em que deve andar, e até quando envelhecer não se desviará dele.”
(Pv 22.6)

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Sou Pedagoga!

Oba!
Acabei a Faculdade! Agora sou pedagoga!