quarta-feira, 1 de julho de 2009

João Boboca ou João Sabido?

Durante o meu estágio curricular, conheci o projeto "Quem Conta Um Conto...!", abaixo está uma sinopse de um dos livros que foi recontado por um dos alunos.

Sinopse

Maria pede para o marido João ir ao mercado trocar a vaquinha malhada por alguma coisa boa para o casal. No caminho, João troca a vaca magrinha por uma cabrita bem tratada, a cabrita por um ganso gordo e bem emplumado, o ganso por um frango gordinho, o frango por um passarinho que um dia poderia ser um bom cantor e, por fim, troca o passarinho por um saco de cocô de galinha. Quando chega ao mercado, João encontra um vizinho, também chamado João, que caçoa de suas trocas pouco inteligentes. Afoito para também tirar proveito da ingenuidade do caipira, o vizinho decide fazer uma aposta que mudaria para sempre a vida de João. João não é a pessoa mais esperta do mundo quando o assunto é comprar, vender e trocar. De coração puro e com ingenuidade saindo pelos poros, ele acredita cegamente nas pessoas e no amor ao próximo. Essas características podem ser catastróficas no mundo dos negócios, mas nesta divertida história o leitor vai perceber que aqueles que parecem bobinhos são justamente os que conhecem a verdadeira sabedoria de viver.

Sobre a autora:

PAMPLONA, ROSANE
Professora formada em Letras pela USP, Rosane Pamplona já trabalhou em várias escolas e universidades, mas hoje ganha a vida com seus livros. lecione em cursos de formação para professores e também se apresenta como contadora de histórias. Além desse livro, já lançou 'Novas histórias antigas', 'Outras novas histórias antigas' e 'A princesa que tudo sabia...menos uma coisa'.

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terça-feira, 30 de junho de 2009

Marcação de Quadrilha


1. Preparar para a entrada e... Começou a quadrilha no Arraiá do Queimadinho!... Balancê...

2. Preparar para cumprimentar o público. Balancê...

3. Cumprimento da turma das pipocas. Cumprimentou. Aos seus lugares.

4. Cumprimento da turma dos amendoins. Cumprimentou. Aos seus lugares.

5. Balancê (As duas filas se aproximam e os pares requebram frente a frente)

6. Cavalgada no Arraiá (cavalga e vai um casal para cada lado)

7. Passeio no Arraiá

8. Olha o túnel! (Os noivos ficam frente a frente e, de mãos dadas, levantam os braços. O casal seguinte passa por baixo e, em seguida, também ajuda na formação do túnel e assim por diante. Quando o túnel estiver totalmente formado, os noivos o atravessam e continuam o passeio. Os outros fazem o mesmo).

9. Caminho da roça

10. Olha a chuva (acima da própria cabeça)... Já passou!

11. Xiii, a ponte quebrou!... Já consertou!

12. Olha a cobra! (meninas pulam e meninos riem)... É mentira!

13. Olha a barata! (meninos correm e meninas pisam)... Pode voltar para festa, medrosos!

14. Passeio no arraiá

15. Estátua

16. Pula pipoca... pula amendoim...

17. Caminho da roça

18. Caracol... bailinho na roça... desfazer o caracol...

19. Caminho da roça

20. Estão cansados?... Bater papo na praçinha... Olha quem tá chegando!!! Os pais das meninas!!! Hahaha... estão são ciumentos, não!!!

21. Grande roda – todos dão as mãos

22. Vai para a direita... vai para a esquerda...

23. Estátua!!!

24. Vamos brincar de zig-zag!!!

25. Vamos dizer tchau!!! Os cavalheiros saem acenando com o chapéu e as damas acenando com a mão.

Licurgo



Educação


Conta-se que o legislador Licurgo foi convidado a proferir uma palestra a respeito de educação. Aceitou o convite mas pediu, no entanto, o prazo de seis meses para se preparar. O fato causou estranheza, pois todos sabiam que ele tinha capacidade e condições de falar a qualquer momento sobre o tema e, por isso mesmo, o haviam convidado.

Transcorridos os seis meses, compareceu ele perante a assembléia em expectativa. Postou-se à tribuna e logo em seguida, entraram dois criados, cada qual portando duas gaiolas. Em cada uma havia um animal, sendo duas lebres e dois cães. A um sinal previamente estabelecido, um dos criados abriu a porta de uma das gaiolas e a pequena lebre, branca, saiu a correr, espantada. Logo em seguida, o outro criado abriu a gaiola em que estava o cão e este saiu em desabalada carreira ao encalço da lebre. Alcançou-a com destreza trucidando-a rapidamente.

A cena foi dantesca e chocou a todos. Uma grande admiração tomou conta da assembléia e os corações pareciam saltar do peito. Ninguém conseguia entender o que Licurgo desejava com tal agressão. Mesmo assim, ele nada falou. Tornou a repetir o sinal convencionado e a outra lebre foi libertada. A seguir, o outro cão. O povo mal continha a respiração. Alguns mais sensíveis, levaram as mãos aos olhos para não ver a reprise da morte bárbara do indefeso animalzinho que corria e saltava pelo palco. No primeiro instante, o cão investiu contra a lebre. Contudo, em vez de abocanhá-la deu-lhe com a pata e ela caiu. Logo ergueu-se e se pôs a brincar. Para surpresa de todos, os dois ficaram a demonstrar tranqüila convivência, saltitando de um lado a outro do palco. Então, e somente então, Licurgo falou;

"Senhores, acabais de assistir a uma demonstração do que pode a educação. Ambas as lebres são filhas da mesma matriz, foram alimentadas igualmente e receberam os mesmos cuidados. Assim igualmente os cães." "A diferença entre os primeiros e os segundos é, simplesmente, a educação." E prosseguiu vivamente o seu discurso dizendo das excelências do processo educativo.

"A educação, baseada numa concepção exata da vida, transformaria a face do mundo." "Eduquemos nosso filho, esclareçamos sua inteligência, mas, antes de tudo, falemos ao seu coração, ensinemos a ele a despojar-se das suas imperfeições. Lembremo-nos de que a sabedoria por excelência consiste em nos tornarmos melhores."

Você sabia? Que Licurgo foi um legislador grego que deve ter vivido no século quarto antes de Cristo? E que o verbo educar é originário do latim educare ou educcere e quer dizer extrair de dentro? Percebe-se, portanto, que:

A educação não se constitui em mero estabelecimento de informações, mas sim de se trabalhar as potencialidades interiores do ser, a fim de que floresçam, à semelhança de bela e perfumada flor.

quinta-feira, 25 de junho de 2009

SOBRE A VÍRGULA


Muito legal a campanha dos 100 anos da ABI (Associação Brasileira de Imprensa).

Vírgula pode ser uma pausa... ou não.
Não, espere.
Não espere.

Ela pode sumir com seu dinheiro.
23,4.
2,34.

Pode ser autoritária.
Aceito, obrigado.
Aceito obrigado..

Pode criar heróis.
Isso só, ele resolve.
Isso só ele resolve.

E vilões.
Esse, juiz, é corrupto.
Esse juiz é corrupto.

Ela pode ser a solução.
Vamos perder, nada foi resolvido.
Vamos perder nada, foi resolvido.

A vírgula muda uma opinião.
Não queremos saber.
Não, queremos saber.

Uma vírgula muda tudo.

ABI: 100 anos lutando para que ninguém mude uma vírgula da sua informação.

Detalhes Adicionais
SE O HOMEM SOUBESSE O VALOR QUE TEM A MULHER ANDARIA DE QUATRO À SUA PROCURA.

Se você for mulher, certamente colocou a vírgula depois de MULHER.
Se você for homem, colocou a vírgula depois de TEM.

Link

Materiais didáticos gratuitos

http://sitededicas.uol.com.br/biblio.htm

quarta-feira, 17 de junho de 2009